
Nesta reunião vários organismos estão representados: Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, da CNBB; Comissão Pastoral da Terra (CPT); Cáritas, Pastoral Afro; e a Pastoral dos Pescadores.
“Essa reunião é continuação de um trabalho que iniciamos no começo deste ano. Constituímos esse Grupo de Trabalho para a elaboração de um documento que nós julgamos vital para o Brasil, e a sociedade brasileira. E nós, como igreja, precisamos ajudar a refletir, especialmente, a situação dos remanescentes quilombolas”, afirma o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, dom Guilherme Antônio Werlang.

A luta em favor dos povos quilombolas é pela terra. De acordo com o coordenador, muitos quilombos remanescentes estão sendo usurpados pelo fato de serem terras produtivas.
“O povo quilombola está precisando de uma atenção e um cuidado maior. São mais de quatro mil quilombos que existem no Brasil e apenas em torno de 120 quilombos, têm suas terras legalizadas. A maioria está sendo expulsa das terras, isso fica dificulta o plantio, a própria estabilidade fica comprometida”, explica padre Jurandyr.
CNBB
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